A HISTORIA DA MODA



Ola amores

Esse post sera bem grande, pois aqui vou colocar pra voces toda a historia da moda. Eu fiz um curso sobre Consultoria de Moda e sempre que buscava referencias na internet, nao achava nada ompleto, entao separei aqui pra voces a historia da moda. Se voce esta estudando algo voltado pra moda ou porque simplesmente gosta de saber sobre o assunto, continue lendo o post






Introdução à Moda

A primeira impressão é a que fica. Uma imagem vale mais que mil palavras. Essas e milhares de outras frases carregam a veracidade da importância da imagem de uma pessoa. Por mais bem intencionado que você seja, por mais inteligente e capacitado, sempre haverá a questão da aparência na hora de arranjar um bom emprego.

Se voce tem pernas finas, porque não usar roupas que não evidenciam tanto isso e que possa parecer que tem pernas mais grossas? Se uma pessoa tem aquela barriguinha indesejada, porque não ensinar que uma calça de cintura alta pode disfarçar?

E não é só isso. Mistura de cores, tecidos, padronagens, modelagens e muito mais fazem toda a diferença na hora de compor um guarda-roupa. Qual é o seu estilo? Você já parou para pensar nisso? Imagine quem não tem muito contato ou contato nenhum com a moda!

Breve histórico do desenvolvimento do sistema da moda

A Moda e seu reflexo social

A moda é o reflexo de uma sociedade onde todos os acontecimentos refletem no comportamento das pessoas, seja na maneira de vestir, na maneira de falar, nos objetos desejados, ou mesmo na identificação de um grupo. Ela nasceu há muitos anos, visto a modificação de comportamento surgida por uma necessidade.Alguns fatores sociais, políticos e econômicos podem explicar a existência da moda e sua evolução diante da sociedade, mas não são o suficiente para falar dela como fenômeno. A Moda segue suas leis formais, interpretando o mundo vivido pelos homens de uma maneira própria.
Tópicos da história da Moda

Os trajes do Século XIX

1800 – 1810 – Nos períodos regencial e diretório, destaque para a cintura alta, tecidos mais finos e modelos com decotes. Época do culto às formas das estátuas gregas.

1810 – 1820 – A roupa masculina vai perdendo o rebuscamento. Homens utilizam cartola, bengala, plastron roupa justa do tradicional ao Dândi, após o período napoleônico. As mulheres utilizavam chapéus enormes que cobriam a face. O espartilho mantem a cintura reta, mas aos poucos vai estreitando a silhueta.

1820 – 1830 – Época do romantismo – a cintura feminina volta a afinar, surgem as mangas pernil e carneiro. Chapéu com abas largas eram usados até a meia noite. O vestuário masculino volta a evidenciar sua vaidade.

1830 – 1840 – As mangas formam um balão, mas ao final da década já iniciam um ajuste. O início da era vitoriana traz a gola pelerine e o arredondamento das saias.

1840 – 1850 – Tempo de revoluções e progressos. As saias vão até o chão. Mas as mulheres não gostavam muito das saias longas. À noite elas utilizavam o decote no colo. Sinônimo de burguesia.

1850 – 1860 – O momento do volume das saias. Muitas anáguas foram usadas até a criação da crinolina. A diversidade dos tecidos, estampas e o glamour vitoriano faz surgir exagero no volume das saias e babados. No vestuário masculino apenas surge uma variação no corte dos casacos, afunilamento nas calças, cores sóbrias e escuras combinando com o papel do homem burguês.

1860 – 1870 – Começam aparecer algumas peças do vestuário masculino adaptadas ao vestuário feminino como o bolero. Os perfumes voltam a ser utilizados e o estilo floral se manifesta.

1870 – 1880 – Nesta época, a mulher se cobre cada vez mais de peças, joias e adornos para mostrar a riqueza do marido. Enquanto ele, se desprende dos enfeites e detalhes.

1880 – 1890 - Momento de consolidação plena da burguesia, desfrutando de todo capital acumulado.

1890 – 1900 – Começa a Belle Époque, conhecida como Anos Dourados nos Estados Unidos. A moda imitava a arte e ela se caracterizou pelo alongamento da silhueta feminina. Os vestidos foram ajustados acompanhando as curvas sinuosas do corpo. A sociedade viveu a transição dos rígidos valores vitorianos para o afrouxamento da moralidade.


Trajes do século XIX

1900 a 1910 – A moda sai da era vitoriana caracterizada pelo uso do espartilho para um novo conceito na busca pela praticidade e conforto. Os trajes masculinos não dispensam o chapéu, sobre-casaca, fraque e uma variedade de sapatos. A Belle Époque com toda a sua efervescência foi considerada uma era de ouro da beleza e inovação. Em meados da primeira década de 1900, Paul Poiret, revoluciona a moda deslocando a cintura para baixo dos seios, desapertando a silhueta formal e eliminando o espartilho, trazendo assim um novo conceito de moda pautado no conforto e no luxo dos tecidos leves.






1920 - A estilista Gabrielle Chanel surge com seus ideais de mulher moderna, com ternos e elegância em suas criações. Uma marca eternizada no mundo da moda. Os vestidos femininos de uso diário dos anos 20 variavam entre altura do tornozelo e a batata da perna.

Com o conceito de praticidade e conforto em alta, as pessoas menos favorecidas já podiam confeccionar suas roupas. Muitas mulheres aprenderam a costurar e produziam seus próprios looks. Os vestidos de corte reto foram o sucesso do momento. Com as pernas a mostra, as meias ganharam destaque e foram se popularizando. Os cabelos eram curtinhos, lisos, evidenciando as formas da cabeça. Os homens também abandonaram o excesso e as roupas estritamente formais.


Traje das mulheres dos anos 20





1930 – Momento em que o mundo sentiu a queda da bolsa de valores de Nova York em 1929. Empresas faliram e a moda foi se tornando menos ousada. A moda era mais sombria e mais sofisticada. As curvas femininas voltaram a ser valorizadas. Os cabelos ficaram longos e penteados em ondas. As saias iam até o tornozelo e os vestidos eram justos e retos. As peças ganharam uma nova modelagem, o corte enviesado godê ou apenas godê. Pela primeira vez foram expostas as formas das nádegas. O suéter passou a ser usado no cotidiano e surgiram também os conjuntos, que podiam ser combinados: saias, casacos e vestidos. As luvas se tornaram acessórios do momento. Foram lançadas as sapatilhas, saltos, tamanho médio e sapatos bicolores.

Surgem então como lançadoras de tendências as atrizes de Hollywood. Com a depressão, as pessoas buscavam no cinema uma forma de enfrentar as dificuldade e seguir com a nova situação. Nomes como Marlene Dietrich, Mae West, Katharine Hepburn, Jean Harllow e Greta Garbo tornaram-se as grandes estrelas. Coco Chanel, Madeleine Vionnet, Elsa Schiaparelli e Jeanne Lanvin eram as famosas estilistas da época.


Modelitos dos anos 30

1940 – Por conta da guerra, as regras de racionamento tornaram-se cada vez maiores, e até a quantidade de tecido era limitada. As mulheres tiveram que reciclar o seu guarda-roupa e buscar a criatividade em materiais alternativos para obter novas peças. Muitas maisons fecharam em Paris e a moda passou a ter influências da América. As mulheres foram obrigada a trabalhar. As roupas passaram a ter um caráter utilitário com o objetivo de serem práticas e confortáveis para o trabalho inspiradas nas fardas militares. O conjunto saia-casaco se tornou o mais usado na época. Cinturas finas, saias com pregas finais, chapéus e luvas além de blusas justas e a forma do ombro quadrada ganharam as ruas. As saias voltaram a encurtar e os calçados eram masculinizados e de couro brilhante. Os colantes foram substituídos por meias tipo soquete. Os cabelos eram longos e presos por grampos. Com o racionamento do uso do náilon, que eram usados para a fabricação de paraquedas, as mulheres passaram a pintar linhas nas pernas com lápis para criar a ilusão do uso da meia calça.

Com o fim da guerra, o luxo e a elegância voltaram com tudo. O corte masculino foi abandonado e a valorização a feminilidade intensificou-se. Em 1947, Dior lançou a coleção chamada “New Look”, com saia de cintura fina e blusas estruturadas, sapatos altos, luvas e chapéu. As curvas femininas eram valorizadas. A coleção marcou a volta da alta costura. No fim da década, o prêt-a-porter, trazido dos Estados Unidos, começa a competir no mercado com a alta-costura.

Com o isolamento de Paris, os americanos passaram a inventar sua própria moda. Criaram conjuntos de peças onde podiam ser combinadas com demais roupas, criando assim o sportswear americano. Com isso, o ready-to-wear, depois chamado de "prêt-à-porter" pelos franceses, se transformou numa forma prática, moderna e elegante de se vestir.


Com roupas mais confortáveis e a necessidade de trabalhar, as mulheres passaram a usar a bicicleta como transporte.



Com a escassez do náilon para a fabricação da meia calça, as mulheres pintavam as pernas 

1950 – A década de 50 é conhecida como Anos Dourados. É marcada pela sensualidade e pela época juvenil com muito Rock and roll. Os vestidos e as saias eram longos, que arrastavam no chão. Eram com babados e rodados, e especialmente acinturados. Os vestidos curtos também estavam em alta, eram rodados e com cores fortes. Suéter, jeans, cigarrete e saias rodada eram usados pela juventude. Luvas de couro, renda e seda faziam parte do look.

Os modelitos de Dior foram sendo substituídos pelas criações de Coco Chanel com saia-line e trança-aparado, casaco estilo jaqueta. Surge uma linha de saias godê para serem usadas com blusas diversas. Peças de tricô também se tornaram comuns no guarda-roupa. Surge a bainha sereia e as adolescentes já iniciam o uso da calça comprida. O estilo “dona de casa” era o objetivo principal da mulher pós guerra, que teria que cuidar do marido e da casa. A silhueta ampulheta foi valorizada. Nesta época surge também o consumo da lingerie. As peles eram consideradas símbolo de status.

As atrizes Grace Kelly e Audrey Hepburn eram símbolos de beleza pelo estilo sensual e jovialidade assim como atrizes Rita Hayworth e Ava Gardner. Em busca de algo mais jovial na moda, os adolescentes criaram a moda colegial, inspirada no sportwear. As moças usavam, além das saias rodadas, calças cigarrete até os tornozelos, sapatos baixos, suéter e jeans. As meninas usavam cabelos longos e retos, as adolescentes usavam rabo de cavalo, e as mulheres adultas usavam curto, ondulado ou crespo.






1960 – A década de 60 foi marcada por transformações no mundo da moda. O ídolo do Rock Elvis Presley lança a tendência do uso de jaquetas de couro, topete e jeans. As moças começavam abandonar as saias rodada pelas calças cigarrete, em busca da liberdade.

A chamada “geração beat”, começava a se opor à sociedade de consumo vigente. A partir daí a transformação na moda seria radical. Era o fim da moda única e o vestir se baseava cada vez mais ao comportamento das pessoas.

Na moda, a grande vedete dos anos 60 foi, sem dúvida, a minissaia. A inglesa Mary Quant divide com o francês André Courrèges sua criação. Entretanto, nas palavras da própria Mary Quant: "A ideia da minissaia não é minha, nem de Courrèges. Foi a rua que a inventou". Não há dúvidas de que passou a existir, a partir de meados da década, uma grande influência da moda das ruas nos trabalhos dos estilistas. Mesmo as ideias inovadoras de Yves Saint Laurent com a criação de japonas e sahariennes [estilo safári], foram atualizações das tendências que já eram usadas nas ruas de Londres ou Paris. O sucesso de Quant abriu caminho para outros jovens estilistas, como Ossie Clark, Jean Muir e Zandra Rhodes. Na América, Bill Blass, Anne Klein e Oscar de la Renta, entre outros, tinham seu próprio estilo, variando do psicodélico [que se inspirava em elementos da art nouveau, do oriente, do Egito antigo ou até mesmo nas viagens que as drogas proporcionavam] ou geométrico e o romântico.

Os jovens passaram a ter uma moda com a cara deles e de seu comportamento, não mais a moda de seus pais. Surgiram variedades nas estampas, cores e fibras. As fibras sintéticas se popularizaram e passaram a se misturar as naturais.

Surge então uma modelo magra, com cabelo curto e cílio inferiores pintados com delineador. Twiggy se tornou um ícone da moda dos anos 60 e definiu até os dias atuais o chamado padrão de beleza.

A moda masculina foi influenciada pelos Beatles, com paletós sem colarinho de Pierre Cardin e o cabelo de franjão. Os mods, com paletó cintado, gravatas largas e botinas. A gola rolê fez sucesso no guarda-roupa masculino.

O avanço da tecnologia e as conquistas espaciais influenciaram a sociedade e a moda, assim como o movimento artístico art pop. Nesta mesma época surge o movimento da contracultura, onde os jovens buscavam uma vida underground, à margem do sistema oficial. A moda era cabelos longos, roupas coloridas, misticismo oriental, música e drogas. Os jovens foram às ruas protestar e a mulher conquistou o espaço na sociedade.


Os jovens buscavam a liberdade e um estilo próprio



Os jovens entraram na onda do movimento da contracultura


1970 – A moda dos anos 70 foi marcada pela rebeldia dos jovens, a liberdade da mulher e as experimentações de materiais, cores, formas e texturas. A era Hippie-chic ganhou espaço com as estampas multicoloridas, e tecidos de estilo cashmere das roupas indianas. A minissaia saiu de cena no início da década, e a calça de boca de sino e o sapato plataforma passaram a fazer parte do guarda-roupa dos jovens. Surge a onda glitter com características futurista, andrógina, metálica e espacial sintetizada na figura do roqueiro David Bowie. As mulheres tinham os cabelos desalinhados, saias longas ou curtíssimas com inspiração indiana, batas e estampas florais ou multicoloridas.

A década traz a mistura do rock, da era paz e amor e do disco, onde as meias de lurex e o top fizeram sucesso nas pistas das discotecas. O movimento punk surge em seguida para questionar os valores impostos pela sociedade.





As mulheres usavam os cabelos desalinhados, saias longas ou curtíssimas com inspiração indiana, batas e estampas florais ou multicoloridas.


1980 – A década de 80 foi marcada pela onda das academias de ginástica. Iniciou-se a utilização da lycra, sapatilha e a polaina. As roupas eram excêntricas e exageradas, com cores cítricas, estampas de animais e, sobretudo, muito alegres. Os jovens buscavam as tinturas com cores exóticas nas roupas. Apesar da adesão à moda futurista, alguns estilistas como Giorgio Armani mantiveram suas criações com os cortes sóbrios e estilo clássico. Os cortes assimétricos com franja repicada eram o sucesso da década. O uso do topete com muito gel fazia parte dos looks.

O culto ao corpo tomou conta da geração dos anos 80. As pessoas queriam fazer parte do dia a dia da academia, e fazer parte de aulas de dança. Este novo comportamento originou na utilização de peças como collants, polainas, tênis, o moletom e a lycra. O All Star conquistou os jovens pela praticidade, simplicidade e diversidade de cores e estampas. A sandália de plástico Melissa também surge nesta época com suas cores vibrantes e alegres. Na maquiagem e acessórios, tudo era colorido e extravagante. Sombras fortes, batom com cores vivas, e muito acrílico, plástico e cintilante. Nesta época o jeans ganhou status, voltam à tona o glamour e o excesso de brilho nos vestidos da noite.





Estilos de cabelo dos anos 80

1990 – A moda dos anos 90 traz estampas geométricas, minimalismo e muito exagero. As peças como casacos coloridos, camisas coloridas, jeans desbotado, os bonés de aba reta, acessório anteriormente exclusivo do estilo hip-hop, cada vez mais se tornaram populares. Os macacões também fizeram parte do cenário. Os sapatos no estilo casual-descolado e os tênis de cano alto fizeram alegria dos jovens. Os piercings e tatuagens se tornaram mais comuns. Nesta época não existe mais a moda universal. Através da personalidade da pessoa é que ela vai definir o que vai usar.

A moda da década de 90 foi marcada pelo surgimento de um dos mais importantes eventos de moda do Brasil o Morumbi Fashion Brasil, que a partir de 2001 transformou-se em São Paulo Fashion Week. As maiores marcas do Brasil mostram suas criações a cada seis meses.

O movimento grunge representado por camisas de flanela, meias coloridas, jeans rasgado e tênis All Star eram uniforme para muitos jovens. No cenário mundial surge a modelo Kate Moss, exemplo de beleza, com sua imagem franzida e magrela. A moda segue o caminho da busca pelo estilo próprio, uma mistura de étnico, fetichista, religioso, clubber e vários outros estilos.


Calças jeans até a cintura e cortes retos marcaram os anos 90





Seriados e bandas influenciam a busca pela moda pessoal dos anos 90


2000 até os dias atuais – A partir do ano 2000 a moda se torna cada vez mais individual e as pessoas buscam se identificar com os estilos que a sua personalidade pertence. Ela torna-se mais simplificada e os jovens se tornam formadores de opinião. As botas de plataforma voltam a reinar, o All Star se renova com estampas, cores e texturas e as mulheres começam a alisar os cabelos. Algumas pessoas seguem as tendências enquanto outras apenas deixam-se levar pelo gosto, estilo ou o modismo. As botas de cano alto, as calças rasgadas, as estampas de animais, as blusas de um ombro só, roupas esportivas, estampas e bordados na moda masculina, e uma infinidade de peças entram e saem das passarelas. O Brasil começa a observar a riqueza, o comportamento e o estilo de vida de seu povo e inicia a criação da moda brasileira.


Algumas pessoas seguem as tendências enquanto outras apenas deixam-se levar pelo gosto, estilo ou o modismo.



O Vestuário

O vestuário marcou grande presença no desenvolvimento da sociedade moderna, desde a época da Revolução Industrial, industrialização, produtividade, sociedade de consumo até possuir a abrangência do mercado mundial. O vestuário foi uma das primeiras produções que o ser humano sentiu necessidade, seguindo para objetos industriais e a informação. A moda não pára, ela é inquieta e acelerada, construindo variações absorvidas de imediato, diferindo do comportamento e das atitudes, que possuem suas variações de um modo mais lento e elaborado.

Toda roupa transmite alguma mensagem a respeito da pessoa que está usando, do grupo pertencente e principalmente a ideia que a pessoa que está vestindo quer transmitir. Isso tudo diz respeito á semiótica e aos signos da moda, a maneira pela qual a pessoa quer ser vista pela sociedade em geral. A maneira de vestir-se pode realçar tanto a vida profissional quanto á vida pessoal. A roupa pode expressar seus sentimentos e personalidades, porém não define situações. As proporções físicas, o tecido e o estilo influenciam na reação das demais pessoas para conosco.

O grande ideal é vestir-se harmoniosamente com o corpo e as ideias, atribuídas ao bem estar. O ser humano precisa aceitar-se a sua maneira, adquirindo signos que o façam sentir-se bem, em alguns casos não fugindo demasiado de regras protocolares, no caso de utilizar roupas para trabalho.

fonte:primecurso

Um comentário:

  1. Caramba é o post mais completo que eu ja vi de historia da moda.... amei... sou estudante de moda e ai tem tudo o que eu aprendi a principio do meu curso. Parabens

    ResponderExcluir

Opnioes sao sempre bem-vindas